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Será que prefeitos, vereadores e distritais e governadores nunca passaram “aquele aperto” na rua?

Escrito por master.

Sanitários PúblicosOmar dos Santos*

Toda pessoa, seja ela criança, jovem, adulto ou idoso, rica ou pobre, negra ou branca já passou por momentos “desesperadamente difíceis” ao sentir, na rua, uma necessidade – muitas vezes incontrolável e inadiável – de realizar duas das práticas mais naturais e saudáveis de qualquer ser animal. Pudico que sou apelo pelo eufemismo “necessidades fisiológicas” para nomeá-las. Como a expressão não esclarece completamente as ditas necessidades, emprego a forma linguística “descomer”, tão cara aos irmãos nordestinos, para nomear uma delas, pois acho “defecar” tão feia como seu sinônimo popular. A outra, que os cidadãos mais lustrados chamam de urinar, é a que o povão popularizou com fazer xixi.

Os Estados Unidos e o Fascismo na América Latina

Escrito por master.

Fascismopor Franklin Frederick / https://jornalggn.com.br/
Publicado originalmente em The Dawn New

“Os crimes cometidos pelos Estados Unidos em todo o mundo tem sido sistemáticos, constantes, implacáveis e muito bem documentados, mas ninguém fala sobre eles.” - Harold Pinter

Tendências fascistas estão de volta à luz do dia na América Latina. Podem ser claramente vistas na criminosa oposição Venezuelana e também nas ruas no Brasil e na Argentina. Tais tendências têm sua origem no fato de que a desigualdade econômica e a igualdade política são incompatíveis. Mas o fascismo latino-americano também é expressão de uma agenda política e econômica mais profunda que deve ser bem compreendida se queremos combatê-la com sucesso.

A “Síndrome de Babel” e a nova doutrina de segurança dos EUA (I)

Escrito por master.

ImperdorJOSÉ LUÍS FIORI
https://www.brasil247.com/

"We will pursue this beautiful vision – a world of strong,
sovereign, and independent nations, each with its own
cultures and dreams, thriving side by side in prosperity,
freedom, and peace [...]. We are also realistic and
understand that the American way of life cannot be
imposed upon others, nor is it the inevitable culmination of
progress.
Presidency of the United States, "National
Security Strategy of the United States
of America", December 2017, Washington, p.
II e 4
____________________________________

No dia 18 de dezembro de 2017, a Casa Branca anunciou a nova "estratégia de segurança nacional" dos Estados Unidos, definida antes mesmo que o presidente Donald Trump completasse o primeiro ano de seu mandato. Trata-se de uma declaração abrangente, onde se definem os interesses nacionais do país, junto com seus objetivos estratégicos, e mais as metas e ações propostas pelo governo para assegurar a segurança nacional dos Estados Unidos, contra todo o tipo de ameaça externa aos interesses do país, venham de onde venham, de qualquer lugar do mundo. Todos os governos americanos fazem o mesmo, e definem – sucessivamente – seus próprios objetivos e metas, mas engana-se quem pensar que este novo texto seja apenas mais um documento sequencial e burocrático.

Ira, desatino e pulha vincam nossos jornalistas de futebol

Escrito por master.

CraquesOmar dos Santos*

Já escrevi aqui sobre o tema futebol, pois um assunto que meche com a alma do brasileiro como ele meche, merece estar em qualquer pauta a qualquer tempo. Em tempos de copa do mundo então... é quase impossível não falar desta paixão, que para muitos, chega às raias do irracional.

Com este texto proponho ao leitor uma reflexão sobre a postura dos jornalistas brasileiros em face o futebol nacional. Para isto o inicio, fazendo uma analogia de uma máxima que foi muito utilizada nos tempos em que outro tipo de jornalista, “os críticos literários” eram os donos da bola. Nesse tempo, o povo dizia: “Crítico literário é um escritor que não deu certo e se especializou em falar mal de obras alheias”. Hoje ainda encontramos essa espécie de artista frustrado neste “mercadão” da mídia. Pois bem, estou absolutamente convencido de que os jornalistas de futebol brasileiros, e é sempre importante ressalvar as raríssimas e honrosas exceções, apoderaram-se dessa prorrogativa dos críticos literários.

Quem é mesmo o analfabeto?

Escrito por master.

Lula e EsquivelOmar dos Santos*

Recebi, pelo celular, uma dessas mensagens que frequentemente a “nova classe de analistas político e econômico, surgida na esteira do crescimento da internet e especializada em falar mal do Brasil e dos brasileiros que discordam de suas “palavras de sabedoria”, bebidas nas fontes dos inúmeros doutores e mestres das cátedras da Society Net University, – em estrangeiro para ficar mais chique – mensagem que aqui irei narrar. A referida mostra o mapa do mundo com a notação do número de ganhadores do Prêmio Nobel distribuídos por cada país que já fez jus a tal honraria.

Abaixo do mapa há um texto que explicita a ideia central da mensagem, concluindo, de forma lacônica, o seguinte ensinamento:

“Um povo que vota num analfabeto para Presidente da República não pode ganhar o Prêmio Nobel”.