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Facebook e extrema direita: somos cúmplices?

Escrito por master.

FacebookEmpresas privadas invadem nossa privacidade para manipular nossas escolhas políticas. Ainda assim, permanecemos em tal rede. Por quê? Até quando?

Por Eduardo Febbro | Tradução: Inês Castilho
https://outraspalavras.net/

A crise da maior rede social do planeta é um ato de justiça que a humanidade merece. O oportunismo delirante dos responsáveis pelo Facebook, o revitalizado projeto político da direita radical e a cumplicidade alucinante dos usuários configuraram um dos roubos e violações mais desastrosas da história. O Facebook e as outras empresas do ramo roubaram uma ideia maravilhosa — a internet – com o único objetivo de ampliar a dominação liberal do mundo.

Trabalhadores e Pobres na Marca do Pênalti.

Escrito por master.

Poderes públicosUma Avaliação do Desempenho Político dos Poderes no Brasil Após a Independência de 1822.

Luiz Basílio Rossi(1)

Por que continuamos submissos e dependentes dos Estados Unidos há aproximadamente 100 anos; continuamos na periferia do sistema político e econômico mundial, como nação dependente; continuamos um país semicolonial, cuja pauta econômica está baseada principalmente na exportação de produtos primários commodities não em produtos industrializados com alto valor agregado; permanecem no dia-a-dia dos brasileiros os atentados contra a mulher; mantemos a educação pública com baixa qualidade; aprovamos legislação em educação que remete ao início do século XIX, como a “Escola Sem Partido”, iniciativa das bancadas religiosas fundamentalistas e conservadoras do Congresso Nacional; incentivamos a privatização da educação pública e não a melhoria de sua qualidade, visto que ela carrega valor universal; mantemos a saúde pública destinada à população pobre em estado deplorável; temos uma polícia de baixa qualidade operacional, recebendo baixos salários e recorrendo, com frequência, à ação repressiva e não preventiva; necessitamos da intervenção das forças armadas para resolver problemas sociais, como é o caso do Rio de Janeiro no momento, quando sua missão constitucional é a defesa do território; apresentamos índices de alta violência contra a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e travestis) como assassinatos e falsos tratamentos, como o “Cura Gay”; continua existindo depredação dos templos afros e agressões físicas e morais a membros de outras igrejas a seus dirigentes e simpatizantes; destinamos às populações pobres conteúdos da TV comercial de baixa qualidade como filmes norte-americanos, programas de auditório e novelas; acontecem os golpes de estado das forças armadas desde a proclamação da República em 1889, rompendo a ordem democrática.

As estratégias das marcas para infiltrar propaganda nas escolas brasileiras

Escrito por master.

Escola1Leticia Mori
Da BBC Brasil em São Paulo
http://www.bbc.com/

Quando tinha quatro anos, o filho de Luiza Diener voltou da escola com um recado na agenda: ele tinha feito um "pré-exame" de visão na escola, que mostrou haver uma "alteração". Junto com o recado... um folheto de propaganda de uma ótica, informando que alunos de escola pública tinham desconto.

"Eu paralisei. Como assim fez um pré-exame de vista? Não tinha vindo nenhum aviso, nenhum pedido de autorização", conta ela, criadora de um blog sobre maternidade.

"Quando fui buscá-lo no dia seguinte fui conversar com a diretora. Entrando na escola vi que perto da porta tinha um estande da ótica, um banner e um totem giratório cheio de óculos escuros e óculos de grau que as crianças estavam experimentando", recorda.

A filantropia dos capitalistas “muy amigos”

Escrito por master.

ONG“Ajuda” de bilionários e corporações à África inclui contrabando maldito: desrespeito aos direitos sociais, apoio a ditadores e, em especial, destruição das chances de desenvolvimento autônomo

Por T. Rivers | Tradução: Camila Teicher
https://outraspalavras.net/

Filantropos como Howard Buffett são os queridinhos dos jornalistas e do universo das ONG – mas será que estão mesmo ajudando a África?

Em 2015, em uma viagem a trabalho com a Fundação Mídia Internacional das Mulheres (IWMF, em inglês) na República Democrática do Congo, um jornalista local me disse: “é difícil ir a qualquer lugar no leste deste país sem dar de cara com um projeto de Howard Buffett”.

EUA: assim se constrói o apoio ao golpe no Brasil

Escrito por master.

GolpeMicrosoft. Boeing. Monsanto. Shell. Diretamente beneficiadas pelas políticas pós-2016, mega-empresas financiam agência empenhada em sustentar que mudança de regime “foi boa para o país”

Por Brian Mier, publicado originalmente em BrasilWire | Tradução: Rejane Carolina Hoeveler
https://outraspalavras.net/

Quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência em 2003, um de seus primeiros movimentos foi priorizar o uso de software livre para os sistemas de informática do governo federal, tanto para reduzir custos, como para aumentar a competição, criar empregos e desenvolver o conhecimento e a inteligência do país nessa área. Embora nunca tenha sido adotada por todos os ministérios, esta política, em 2010, já havia poupado dos contribuintes mais de 500 milhões de reais. Seis semanas após tomar o poder, em outubro de 2016, enquanto cortava o financiamento para mulheres vítimas de violência doméstica, de R$42 milhões para R$ 16 milhões, sob o pretexto de que não poderia arcar com este gasto, o presidente Michel Temer anunciou que o governo gastaria R$140 milhões para realizar a migração dos sistemas de computação para os produtos da Microsoft.