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Mercado mundial e "globalização" capitalista

Escrito por master.

Mercado Mundialpor Carlos Carvalhas [*]
http://resistir.info/

"A guerra é um massacre entre gente que não se conhece, em proveito de gente que se conhece mas que não se massacra".
Paul Valéry

"Quem controla a alimentação controla as populações, quem controla a moeda controla o mundo".
Henry Kinssinger

O Mercado Global

No recente documento "Estratégia de Segurança Nacional dos EUA", assinado por Donald Trump e elaborado por diversos serviços da Administração, designadamente militares, é sublinhado que o objectivo central é "colocar a América em primeiro lugar para que seja segura, próspera e livre e para isso é necessário ter força e vontade para exercer a liderança dos EUA no mundo".

A era dos oceanos mortos

Escrito por master.

OceanosEstudo abrangente dos mares revela: em 60 anos, zonas costeiras sem oxigênio multiplicaram-se por dez. Além da vida marinha, fenômeno ameaça meio bilhão de pessoas. Há soluções — bloqueadas pelo poder econômico

Por Damian Carrington | Tradução: Inês Castilho
https://outraspalavras.net/

As zonas mortas no oceano, com zero oxigênio, quadruplicaram em tamanho desde 1950, enquanto o número de locais com muito pouco oxigênio perto das costas cresceram dez vezes, alertou um novo estudo científico publicado no início de fevereiro. A maioria das espécies marítimas não consegue sobreviver nessas zonas e a tendência atual levaria à extinção em massa no longo prazo, arriscando causar consequências terríveis para centenas de milhões de pessoas que dependem dos mares para viver.

Legado de 1968: como uma revolução de esquerda ajudou os capitalistas a vencer

Escrito por master.

SZEmbora um imenso abismo separe a revolução social da década de 1960 dos protestos atuais, testemunhamos uma reapropriação semelhante da energia da revolta pelo sistema capitalista

Por Slavoj Zizek
https://www.cartamaior.com.br/

Os protestos de maio de 1968 transformaram o mundo ocidental. Hoje, quase 50 anos depois, está claro que o movimento supostamente de esquerda acabou ajudando o capitalismo a triunfar.

Embora um imenso abismo separe a revolução social da década de 1960 dos protestos atuais, testemunhamos uma reapropriação semelhante da energia da revolta pelo sistema capitalista.

Um dos slogans mais conhecidos pichados nos muros de Paris em 1968 era: "as estruturas não caminham pelas ruas", ou seja, não era possível explicar as grandes manifestações de estudantes e trabalhadores de 68 nos termos do estruturalismo. E é por isso que alguns historiadores até postulam 1968 como a data que separa o estruturalismo do pós-estruturalismo, que seria, segundo muitos, muito mais dinâmico e propenso a intervenções políticas ativas.

Uma aventura temerária

Escrito por master.

Vampirão1Ao envolver Exército numa intervenção esdrúxula, presidente quer embaralhar debate eleitoral e converter Segurança no grande tema. Militares aceitarão associar-se a governo corrupto, entreguista e impopular?

Por Lúcio Flávio Rodrigeus de Almeida
https://outraspalavras.net/

É altamente provável que os acontecimentos de ontem para hoje contribuam para superar um debate entre as forças populares e democráticas, inclusive entre os que se proclamam mais à esquerda: desde o processo de deposição da presidenta Dilma Rousseff, está em curso um golpe de Estado. E, apesar de suas inegáveis vitórias imediatas, os golpistas, até porque envolvidos em disputas nas quais se denunciam reciprocamente por práticas muito pouco republicanas, se desmoralizam cada vez mais.

As raízes filosóficas da destruição do mundo

Escrito por master.

MundoAs corporações globais destroem o planeta. Mas apoiam-se numa ideia que nasce em Platão, cresce em Santo Agostinho e reverbera em Descartes: a de que a Alma, ou a Razão, devem vencer a Natureza e nossos sentidos

Por George Monbiot | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Sandro Boticelli, Agostinho de Hippo
https://outraspalavras.net/

Sabemos para onde estamos indo. Faz muitos anos os cientistas avisam que estamos explodindo os limites ecológicos da Terra. Sabemos bem que estamos no meio de uma ruptura climática e um colapso ecológico. Apesar disso, parecemos fisicamente incapazes de agir a partir desse conhecimento.