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Brasil: Universidade sem Tecnologia?

Escrito por master.

Burocracia 5Burocratizadas e inertes, instituições entregam a Google e Microsoft serviços pedagógicos e comunicacionais estratégicos. Na era da Economia do Conhecimento, país pode conformar-se à submissão.


Por Rafael Evangelista // http://outraspalavras.net/


Cansadas dos ataques e dos constantes cortes de verba, as universidades públicas parecem não querer mais existir. Mantêm o mínimo, mas vão fazendo cortes lentos que implicam, na prática e no médio prazo, na cessão para parceiros privados de várias coisas que as definem, que historicamente fazem parte da sua missão. Com isso, vão abdicando de sua autonomia intelectual e de implementação de tecnologias orientadas de acordo com seus princípios públicos.

O que ensinam os livros didáticos franceses sobre o Rio de Janeiro?

Escrito por master.

RioLivros didáticos franceses reforçam as fronteiras simbólicas que demarcam o mundo entre riqueza e pobreza, modernidade e atraso tecnológico, luxo e miséria.

Leonardo Moreira Ulhôa* www.cartamaior.com.br

É inegável que uma das representações que abrem caminhos para a visibilidade do Rio de Janeiro no cenário mundial está associada ao inusitado imaginário do samba e do carnaval. Aliás, sob a égide do olhar estrangeiro reina a crença generalizada de uma cidade desprovida de preconceitos e, por amálgama, cercada de glamourosas paisagens naturais. Trata-se, em termos simples, de um lugar quase impossível de não se amar.

Como educadores, não podemos aceitar a Escola sem Partido

Escrito por master.

EPNão podemos aceitar um projeto de lei que cerceia a liberdade de pensamento e contribui para criar indivíduos acríticos e alheios ao pensamento

por Soraya Smaili // http://www.cartacapital.com.br/

Outro dia escrevi nesta coluna sobre o orgulho que tenho de ser cientista em meu país. Contei um pouco desta trajetória e da minha escolha em viver e produzir ciência e desenvolvimento aqui, no Brasil.

Recebi inúmeras mensagens de apoio e cumprimentos orgulhosos, representando muitos dos brasileiros cujos anseios e desejos, como disse Deutscher, "são os mesmos, não importando a raça, a religião ou a nação".

Gustavo Castañon desmonta editorial do Globo contra universidade pública: Uma farsa, do título ao último pagrágafo

Escrito por master.

Globo

por Gustavo Castañon, especial para o Viomundo // http://www.viomundo.com.br/

No último domingo, 24 de julho, menos de uma semana após a presidenta do Chile, Michelle Bachelet, ter instituído a gratuidade do ensino universitário em instituições públicas (antiga luta da juventude lá), o jornal O Globo, sempre na vanguarda do atraso brasileiro, publicou  editorial  no sentido oposto.

Sofismas e mentiras. Uma farsa do início ao fim, que vamos desmontar aqui, parágrafo por parágrafo. Começando pelo título: 

Lembrar Aloísio Teixeira em tempos de retrocesso na Educação

Escrito por master.

ATA lembrança de Aloísio Teixeira em tempos de retrocesso na Educação: Um educador em defesa das causas democráticas, da soberania nacional e do socialismo.

Hélio de Mattos Alves // www.cartamaior.com.br

Em 23 de julho de 2012, o Brasil perdeu um dos seus maiores quadros na Educação Pública com o falecimento do Prof. Aloísio Teixeira. Havia completado um ano após o fim de dois mandatos (2003/2011) como reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que foi a sua trincheira de realizações e protagonismo dessa universidade durante esse período. No dia do seu falecimento a Presidenta Dilma Rousseff declarou: “Um brasileiro que abraçou a educação como grande instrumento de transformação da sociedade e fez do exercício de educar um compromisso de vida, como mostrou seu trabalho à frente da Universidade Federal do Rio de Janeiro”. A marca de Aloísio