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Legislação ofende valorização de profissionais da educação, diz PFDC

Escrito por master.

Leihttps://jornalggn.com.br/

Da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão

PFDC aponta inconstitucionalidade em legislação que ofende o princípio da valorização dos profissionais de educação

Legislação afronta incisos da Constituição que reconhecem a formulação de planos de carreira, ingresso por meio de concurso público e o piso salarial para os profissionais da educação

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, encaminhou nessa quarta-feira (8/11) à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, representação pela propositura de Ação Direta de Inconstitucionalidade relacionada à interpretação de artigos da Lei federal 9.637, de 15 de maio de 1998, e da Lei goiana 15.503, de 28 de dezembro de 2005, a fim de que sejam excluídos do seu âmbito de incidência os profissionais da educação, que contam com regime remuneratório e de recrutamento próprio.

O capitalismo neoliberal e a sua crise

Escrito por master.

Neopor Prabhat Patnaik*
http://resistir.info/

"Capitalismo neoliberal" é a expressão utilizada para descrever a fase do capitalismo em que as restrições aos fluxos globais de commodities e capitais, incluindo capitais na forma financeira, foram consideravelmente removidas. Uma vez que tal remoção se verifica sob a pressão do capital financeiro globalmente móvel (ou internacional), o capitalismo neoliberal é caracterizado pela hegemonia do capital financeiro internacional, com o qual os grandes capitais em particular obtêm a integração de países, e os quais asseguram que um conjunto comum de políticas "neoliberais" são prosseguidas por todos os países do globo.

A emergência deste capital financeiro internacional é em si própria o resultado do processo de centralização do capital, o qual num período anterior, como Lenine havia argumentado, trazia o capital financeiro, ou uma junção de capital bancário e industrial, para debaixo do controle de uma oligarquia financeira, numa posição de hegemonia dentro de cada país avançado. Entretanto, a centralização de hoje do capital progrediu muito além do tempo de Lenine, criando esta nova entidade chamada capital financeiro internacional e levando-o a uma posição de hegemonia.

Conrad Wolfram: “80% do que se aprende nas aulas de matemática não serve para nada”

Escrito por master.

MatemáticoFísico, que ficou conhecido após palestra no TED viralizar e que está mudando o ensino de matemática, aposta no fim dos cálculos à mão

ANA TORRES MENÁRGUEZ
https://brasil.elpais.com/

Conrad Wolfram (Oxford, 1970) avalia que nós temos um problema com a matemática. Ninguém está satisfeito: os estudantes acham que é uma matéria difícil e desinteressante, os professores se sentem frustrados com os resultados de seus alunos e os governos sabem que ela é importante para a economia, mas não sabem como atualizar os currículos escolares. “Vivemos em um mundo cada vez mais matemático, mas o seu ensino está estancado”, avalia Wolfram, físico e matemático formado pela Universidade de Cambridge e fundador da Computer Based Math, uma empresa focada na revisão do ensino da matemática que lançou há dois anos o seu programa piloto numa parceria com o Governo da Estônia.

“A condição humana é anticapitalista”

Escrito por master.

SolidárioEm novo livro, George Monbiot argumenta: somos seres solidários, ao contrário do mito; mas a esquerda hesita, porque falta-lhe uma nova narrativa de mundo

Entrevista a Mark Karlin, no Truthout | Tradução: Camila Teicher | Imagem: Mirko Rastik - http://outraspalavras.net/

A ideia de que a natureza humana é inerentemente competitiva e individualista não é só prejudicial; é também contestada pela psicologia, neurociência e biologia evolutiva, afirma George Monbiot em seu novo livro. “Out of the Wreckage: A New Politics for an Age of Crisis” [algo como: “Além das ruínas: Uma Nova Política para uma Era de Crises”] apresenta um argumento convincente de como podemos reorganizar nosso mundo para melhor, de baixo para cima.

NAS TRINCHEIRAS DA RESISTÊNCIA - Os limites da democracia brasileira

Escrito por master.

GolpeCom o golpe da cleptocracia e a tal “agenda de reformas”, o impasse entre direitos e mercado está sendo de algum modo resolvido, mudando a Constituição para bem pior. Ou seja, estamos num momento em que está sendo mandado às favas aquele pacto democrático capenga que, bem ou mal, nos dava alegrias cidadãs

Cândido Grzybowski
diplomatique.org.br/

O golpe de 2016 contra a presidenta Dilma Rousseff, legitimamente eleita em 2014, revelou as contradições e os limites da Constituição de 1988 e do processo de democratização no Brasil. O golpe é, de certo modo, o desfecho de uma democracia que vinha perdendo intensidade ou, de outro modo, que não havia conseguido superar suas contradições de origem. Ao mesmo tempo, o golpe, ao inaugurar um novo período político, aguçou as contradições anteriores e criou novas, que passaram a corroer o que ainda resta de democracia.